Crimes contra a Administração Pública
Acusações contra a Administração Pública colocam em risco mandatos, cargos e a viabilidade de empresas. Sob a condução do Dr. Diogo Emílio, atuamos de forma estratégica para evitar a inelegibilidade e a interrupção de carreiras, oferecendo defesa técnica rigorosa desde a fase de inquérito até o contencioso de alta complexidade.
Atuação estratégica em:
i. Corrupção Ativa e Passiva: Defesa técnica em acusações de oferecimento ou solicitação de vantagens indevidas no exercício da função pública.
ii. Improbidade Administrativa: Patrocínio em demandas de vulto para afastar sanções de suspensão de direitos políticos, perda da função e ressarcimento.
iii. Fraudes em Licitações: Estratégia jurídica em investigações de conluio e superfaturamento, com foco na Nova Lei de Licitações (14.133/21). iv. Peculato e Concussão: Defesa especializada em delitos funcionais envolvendo apropriação de bens ou exigência de vantagens.
A integridade da função pública e empresarial exige uma defesa técnica imediata e rigorosa.
Dúvidas sobre Crimes Contra a Administração Pública
Orientações técnicas sobre a defesa de empresários, agentes políticos e servidores em casos de corrupção, peculato e tráfico de influência.
Quais os principais crimes contra a Administração Pública?
Envolvem condutas que lesam o patrimônio ou a moralidade estatal. Para os servidores, destacam-se o Peculato, Concussão, Prevaricação e Corrupção Passiva. Para os empresários (agentes privados), o foco recai sobre a Corrupção Ativa, Tráfico de Influência, Contrabando, Descaminho e fraudes em contratos com o governo.
Um empresário pode ser acusado de Peculato ou Corrupção?
Sim. Embora o peculato e a corrupção passiva sejam crimes praticados por funcionários públicos, o empresário que atua em conjunto (conluio) ou se beneficia do desvio de recursos pode responder pelo mesmo crime. A defesa técnica busca afastar o liame subjetivo, provando que as relações contratuais da empresa com o poder público eram estritamente lícitas e republicanas.
Fui alvo de uma operação da Polícia Federal ou GAECO. Como agir?
Grandes operações geralmente envolvem mandados de busca e apreensão, quebras de sigilo telemático e bloqueios bancários. É vital acionar a defesa imediatamente. O Dr. Diogo atua para garantir a lisura da apreensão, impetrar Habeas Corpus contra prisões preventivas e requerer o imediato desbloqueio das contas para manter a operação da empresa ou a vida da família.
A palavra de um delator é suficiente para uma condenação?
Não. A jurisprudência dos Tribunais Superiores (STJ e STF) é pacífica: a colaboração premiada é apenas um meio de obtenção de prova. Ninguém pode ser condenado baseando-se exclusivamente nas declarações de um delator sem que haja provas materiais independentes que corroborem a acusação. Nossa defesa desconstrói narrativas enviesadas.
Servidores públicos perdem o cargo automaticamente se investigados?
A perda do cargo público não é automática e não deve ocorrer antes do trânsito em julgado da sentença penal condenatória, ou por meio do devido Processo Administrativo Disciplinar (PAD). O escritório atua concomitantemente nas esferas criminal e administrativa para proteger a carreira, a honra e a remuneração do servidor de alto escalão.