Recuperação de Créditos Tributários
Impostos pagos a maior representam uma perda silenciosa de competitividade. Recuperar esses valores significa injeção direta de caixa no negócio sem a necessidade de novos empréstimos. Sob a condução do Dr. Diogo Emílio, realizamos auditorias jurídicas para identificar créditos acumulados e operacionalizar a restituição ou compensação imediata.
Atuação Estratégica
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Aplicação de Grandes Teses (STF/STJ) Recuperação de valores baseada em decisões consolidadas, como a “Tese do Século” (exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS), abrangendo os últimos cinco anos de recolhimento.
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Auditoria de Créditos Administrativos Identificação de créditos de PIS, COFINS, IPI e ICMS não aproveitados na escrita fiscal devido a interpretações restritivas da legislação.
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Recuperação de Verbas Previdenciárias (INSS) Exclusão de verbas de natureza indenizatória (como terço de férias e aviso prévio) da base de cálculo do INSS patronal, reduzindo o custo fixo da folha de pagamento.
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Operacionalização via PER/DCOMP Gestão técnica de compensações perante a Receita Federal, utilizando créditos para quitação de tributos correntes e preservação imediata do fluxo de caixa.
O dinheiro pago a maior ao Fisco pertence à sua empresa. Recupere-o.
Dúvidas sobre Recuperação de Créditos Tributários
Orientações técnicas sobre como identificar e reaver impostos pagos indevidamente nos últimos cinco anos.
O que é a recuperação de créditos tributários?
É o procedimento jurídico e administrativo que permite às empresas identificar e reaver valores de impostos pagos a mais ou indevidamente para o governo. Isso ocorre devido à complexidade da legislação, mudanças em entendimentos dos tribunais superiores (STF e STJ) ou erros de interpretação fiscal.
Quais impostos podem ser recuperados?
Dentre os principais tributos, destacam-se o PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS e encargos previdenciários (INSS). Exemplos comuns incluem a “Tese do Século” (exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS) e a recuperação de créditos sobre insumos essenciais não aproveitados anteriormente.
Qual o período retroativo que a empresa pode analisar?
A legislação brasileira permite a recuperação de créditos referentes aos últimos 5 anos (60 meses). Valores pagos antes desse período são considerados prescritos. Por isso, a auditoria periódica é vital para evitar que o direito de reaver esses ativos expire.
A recuperação atrai fiscalização da Receita para a empresa?
Este é um mito comum. A recuperação baseada em teses jurídicas consolidadas e procedimentos administrativos transparentes (como a PER/DCOMP) é um direito constitucional do contribuinte. Quando feita com rigor técnico e auditoria documental, ela fortalece o compliance da empresa em vez de gerar riscos.
Como a empresa recebe os valores recuperados?
Existem duas formas principais: Compensação (utilizar o crédito para abater impostos que vencerão no futuro, o que gera alívio imediato no caixa) ou Restituição (o governo deposita o valor em dinheiro na conta da empresa). Avaliamos qual modalidade é mais vantajosa para a saúde financeira do seu negócio.